No sábado, 31/jan, a Associação Masters Paraná de Natação organizou a Travessia ”Molequinho” de Barra Velha.
Com a participação de vários atletas, a GB estava presente. E como de praxe, fizemos pódium com todos os participantes.
Vejam os resultados:
Vejam as fotos da galera…
Tags: Equipe GB de Travessias, Equipe Travessias, Molequinho, Travessia do Molequinho, travessias
Douglas de Menezes Strelow comentou:
eh isso aiii galera!!!
9 de
fevereiro de
2009 ,
0:29
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Rocio comentou:
os politicos da e1rea do poder team sermpe as suas compensae7f5es. Seja em empresas que eles proprios venderam ao desbarato, seja em cargos publicos/politicos bem remonerados ou em reformas milionarias (com meia duzia de anos de trabalho)que acumulam com outras reformas milionarias ou altos ordenados.c9 vergonhoso e imoral. Dentro da lei,claro, pois se3o eles que as fazem.
5 de
maio de
2013 ,
4:13
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car insurance quotes comentou:
Anónimo disse…Há certamente uma falta de civismo em tudo isto. Mas há também uma responsabilidade camarária que através do lunático vereador Sá Fernandes ainda não percebeu que não é proibindo a utilização do automóvel na cidade que resolve o problema. O problema resolve-se com parques de estacionamento, pequenos parques em toda a cidade e uma rede de transportes públicos eficaz. Há centenas de garagens de prédios encerradas que poderiam servir de parques. Em vez disso, são armazénsetc. Com carro da CML e motorista a preceito, o Sr. Vereador naturalmente que não se preocupa com o drama do estacionamento. à mais simples duplicar o valor das multas que muito jeito faz à EMEL.12:29 AM—————————–Toda a razão.O problema é que os politicos´há muito que não são pessoas normais e não fazem ideia do que são as pessoas normais. Cada um vê o Mundo de acordo com a sua condição social. A visão das coisas varia de pessoa para pessoa de acordo com a sua experiencia de vida, a experiencia de vida dos politicos é andar de carro de alta cilindrada com motorista enquanto acusam os que têm carros de baixa cilindrada de poluirem!!! Só andam pelas faixas BUS e acusam as pessoas que andam de carro de causarem transito, etc..Não andam na rua, não vão ás compras porque passam a vida em almoços e jantares pagos etc…E depois claro está, governam para a elite porque são as pessoas com quem convivem. O cidadão comum há muito que não tem quem o represente na politica.
9 de
maio de
2013 ,
8:33
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car insurance quotes comentou:
Caro FMS,à verdade que estacionamento sobre o passeio é um bom indicador de que não há resposta suficiente para a procura existente.Mas o facto é que é, também, um acto de flagrante ilegalidade, que força muitos peões a circular no passeio, com perigo para a própria vida (e note que muitos não têm a mesma capacidade que o FMS para ver, ouvir, andar e gerir o risco).Há dois factos adicionais nisto, que não podem ser esquecidos:1) Pode "não dar jeito" ir estacionar mais longe (por muito longe que isso seja), mas quem estaciona sobre o passeio está, literalmente, a sobrepor o seu conforto aos direitos dos outros. Julgamentos morais à parte, está a ser egoÃsta. Isto também é um facto.2) Além disso, o desajuste entre a procura e a oferta não quer necessariamente dizer que a "culpa" seja da falta de oferta… Porque é que o ónus desta situação há-de recair sobre a Câmara, e não sobre quem comprou carro sem ter a certeza de que teria lugar para estacionar? à que a nossa cidade não tem espaço para udo, não é?
13 de
maio de
2013 ,
4:43
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car insurance quotes comentou:
Pedro Homem Gouveia, fazemos um acordo. Primeiro a Câmara Municipal de Lisboa cumpre com as suas obrigações. Quando não houver estradas em mau estado a prejudicar a segurança e bom funcionamento do veiculo, atacam o estacionamento não pago.Uma vez que a câmara é uma instituição do Estado comecem eles por dar o exemplo.Enquanto a câmara não cumprir com as suas obrigações não tem legitimidade nenhuma para esturquir ainda mais os proprietários de automóveis. à que já chega a extursão que é o IUC sem que ninguem veja resultados práticos.Eu como proprietário automóvel e municipe de Lisboa não aceito que me esturcam ainda mais sem me darem contrapartidas, até porque para conseguir que os ladrões da câmara paguem um arranjo no carro pelo qual são responsáveis, tenho que andar vários anos em tribunal. E mesmo depois do juiz os condenar a pagar, só pagam depois de eu lhes pôr uma injunção a pedir o arresto da viatura oficial do presidente da câmara como pagamento da dÃvida.
15 de
maio de
2013 ,
4:01
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car insurence comentou:
Pedro Homem Gouveia, fazemos um acordo. Primeiro a Câmara Municipal de Lisboa cumpre com as suas obrigações. Quando não houver estradas em mau estado a prejudicar a segurança e bom funcionamento do veiculo, atacam o estacionamento não pago.Uma vez que a câmara é uma instituição do Estado comecem eles por dar o exemplo.Enquanto a câmara não cumprir com as suas obrigações não tem legitimidade nenhuma para esturquir ainda mais os proprietários de automóveis. à que já chega a extursão que é o IUC sem que ninguem veja resultados práticos.Eu como proprietário automóvel e municipe de Lisboa não aceito que me esturcam ainda mais sem me darem contrapartidas, até porque para conseguir que os ladrões da câmara paguem um arranjo no carro pelo qual são responsáveis, tenho que andar vários anos em tribunal. E mesmo depois do juiz os condenar a pagar, só pagam depois de eu lhes pôr uma injunção a pedir o arresto da viatura oficial do presidente da câmara como pagamento da dÃvida.
15 de
maio de
2013 ,
4:01
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cialis sales comentou:
Caro Miguel Carvalho, Generalizar é um erro, e nalgumas zonas da cidade o Miguel tem razão.Isto lembra-me de um sábado de manhã, em Campo de Ourique, quando verifiquei que num cruzamento as 4 (quatro) passadeiras estavam bloqueadas por carros estacionados ilegalmente. Os peões tinham de adivinhar por onde passar. um caos.E na esquina, de mãos nos bolsos, estavam… dois polÃcias!Dirigi-me a eles e o diálogo foi interessante:– Srs. agentes, não vão multar estes carros?– Não, porquê?– …porque estão sobre as passadeiras?– Sim, mas as pessoas não têm mais onde estacionar, temos de ter consciência [ipsis verbis].– Mas ali a 100m há um parque de estacionamento com 180 lugares.– Ah, mas esse é a pagar [como quem diz: esse não conta]– Mas o que a lei diz é que é proibido estacionar sobre a passadeira…– Mostre-me a sua identificação, se faz favor…E pronto, end of conversation. Isto foi há 10 anos. Aposto que se os encontrasse hoje a conversa era a mesma…
21 de
maio de
2013 ,
5:40
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